Meditação II

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A meditação não deveria ser uma tarefa na qual nos forçamos ‘com os dentes trancados e os pulsos cerrados’; deveria ser algo que nos convida, pois nos enche de alegria e inspiração. Enquanto tivermos que nos forçar, ainda não estaremos prontos para a meditação. Ao invés de meditar estaremos violando nossa verdadeira natureza. Ao invés de relaxar e deixar passar, estaremos nos segurando em nosso ego, em nossa força de vontade. Dessa forma, a meditação se torna um jogo de ambição, de conquista pessoal e engrandecimento. Meditação é como o amor: uma experiência espontânea – não algo que possa ser forçado ou adquirido através de esforço excessivo.

Portanto a meditação buddhista não tem outro propósito senão trazer a mente de volta ao presente, para o estado de total consciência desperta, por meio de uma limpeza de todos os obstáculos criados pelo hábito ou pela tradição.

O Buddha obteve Sua Iluminação pelo desenvolvimento de Sua mente. Ele não buscou um poder divino para ajudá-Lo. Ele conquistou Sua sabedoria através do esforço próprio pela prática da meditação. Para se ter um corpo e uma mente saudáveis e atingir a paz na vida, é preciso aprender como praticar a meditação.

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