Em seu livro “The Buddha´s Ancient Path”, o Venerável Piyadassi disse:

O amor é uma força ativa. Cada ato de amor daquele ama é feito com a mente imaculada voltada para ajudar, socorrer, alegrar, tornar o caminho dos outros mais fácil, suave e adaptável à conquista do pesar, à vitória da mais alta benção’.

A maneira de se desenvolver o amor é pensando nos males do ódio e nas vantagens do não-ódio; pensando de acordo com a realidade, de acordo com o karma, de que na verdade não há ninguém a odiar, que o ódio é um modo tolo do sentimento que gera mais e mais escuridão, que obstrui a compreensão correta. O ódio restringe; o amor libera. O ódio estrangula; o amor permite. O ódio traz remorso; o amor traz a paz. O ódio agita; o amor aquieta, torna sereno, acalma. O ódio divide; o amor une. O ódio endurece; o amor amacia. O ódio impede; a amor ajuda. E, assim, através do estudo correto e da apreciação dos efeitos do ódio e dos benefícios do amor, alguém deveria desenvolver o amor’.

No Metta Sutta, o Buddha expôs a natureza do amor no Buddhismo. ‘Como uma mãe protegeria seu único filho mesmo com o risco de sua própria vida, da mesma forma, que ele cultive um coração sem limites em relação a todos os seres. Que seus pensamentos de amor sem limites abracem todo o mundo, acima, abaixo e pelos lados sem qualquer obstrução, sem nenhum ódio, sem nenhuma inimizade’.

Se nossos inimigos apontarem nossos enganos e fraquezas, devemos ser gratos a eles.